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quinta-feira, 21 de abril de 2011

EM CASA, DELEGADO CARLOS OLIVEIRA DESABAFA: "FUI VÍTIMA DE BRIGA DE PODER E RACISMO"


O delegado Carlos Oliveira recebeu reporteres do site SRZD em sua casa, no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na tarde desta quinta-feira (21/04) . Em entrevista, o ex-subchefe de Polícia Civil afirmou que toda a polêmica não passou de uma perseguição racista e briga de poder, e disparou: "Eu reafirmo o que disse na CPI (das armas). Uma investigação racista e direcionada. No final de tudo, vocês irão entender. Fui vítima de briga de poder e racismo".

- Delegado é recebido com festa em condomínio; veja imagens

Oliveira disse que não se sente diminuído depois de tudo o que aconteceu e garante que aprendeu muito com toda a situação. "Tudo isso que ainda estou passando serviu para me mostrar o quanto sou querido e como as pessoas acreditam no meu trabalho. Essas pessoas são meu maior patrimônio. Tenho recebido apoio até de quem eu nem conheço. Isso me tranquiliza um pouco", disse o delegado.

Quando perguntado sobre a sensação de ficar dois meses e nove dias preso e hoje voltar ao lar, Carlos Oliveira respondeu: "Agora eu já começo a acreditar que as coisas estão caminhando para que a verdade apareça. Isso (o habeas corpus) já mostra que a justiça está começando a ser feita. Eu vejo que nem tudo está perdido".

A todo momento o ex-subchefe de Polícia Civil ressaltou o carinho que vem recebendo de amigos, vizinhos, familiares e até de policiais que o conhecem. Durante entrevista, várias vezes seu telefone celular tocou. Eram amigos prestando solidariedade e manifestando justiça pela sua liberdade. "Quem me conhece acredita em mim, confia em mim. E aqueles que não me conheciam e estão acompanhando os fatos, já começam a acreditar. O tempo é o senhor da razão", acrescentou Oliveira.

Apesar de se dizer vítima de um esquema de poder, Carlos Oliveira preferiu não dar nomes e não fazer acusações, orientado pelos advogados, já que o processo ainda não terminou.

O delegado Carlos Oliveira foi preso no dia 11 de fevereiro pela Operação Guilhotina. Um habeas corpus aprovado pela 7ª Câmara Criminal, por unanimidade, o colocou em liberdade nesta quarta-feira.

Fonte: http://www.sidneyrezende.com/noticia/128937+em+casa+carlos+oliveira+desabafa+fui+vitima+de+briga+de+poder+e+racismo

Foto Editor


DELEGADO CARLOS OLIVEIRA É RECEBIDO COM FESTA EM CASA


Após deixar prisão, delegado Carlos Oliveira é recebido com homenagem em sua residência


O ex-subchefe operacional de Polícia Civil Carlos Oliveira foi recebido com festa surpresa no condomínio onde mora, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na noite desta quarta-feira. Preso em fevereiro deste ano na Operação Guilhotina da Polícia Federal, o delegado teve sua liberdade concedida por meio de um habeas corpus expedido na tarde desta quarta-feira.

A comemoração estava preparada para começar desde as 19h e o clima era de muita ansiedade. Há dois meses e nove dias preso, "Carlinhos" como é conhecido na vizinhança, só chegou ao condomínio por volta das 22h.







Muito querido no local, o delegado ficou emocionado e foi abraçado por cada um que o aguardava. Ele chegou em frente à sua casa acompanhado da esposa e se deparou com um verdadeiro carnaval fora de época. Em coro, todos gritavam o nome dele. Pessoas afirmavam a inocência dele e diziam que a justiça foi feita.

Enquanto era assediado por amigos e vizinhos, Oliveira agradeceu o carinho e disse: "Eu vou precisar muito desse amor de vocês. Esses dias foram dureza".

Um grupo de pagode foi chamado para animar ainda mais a recepção do policial. Moradores tomaram as ruas do condomínio com muita euforia e a festa entrou pela noite.

Fonte: http://www.sidneyrezende.com/noticia/128905

terça-feira, 19 de abril de 2011

DELEGADO CARLOS OLIVEIRA VOLTA PARA CASA


Justiça concede habeas corpus a 40 presos na Operação Guilhotina

A Justiça concedeu, nesta terça-feira (19/04), habeas corpus para 40 pessoas - a maioria policiais - presas durante a Operação Guilhotina, desencadeada pela Polícia Federal em fevereiro. Apenas os acusados presos em flagrante continuam sob custódia. O pedido foi aprovado, por unanimidade, pela 7ª Câmara Criminal. O Delegado Carlos Oliveira, ex Subchefe da Polícia Civil e titular da DRAE durante oito anos está entre os Policiais solto pela justiça.

Enfim a justiça esta sendo feita..



segunda-feira, 4 de abril de 2011

DIREITOS CONSTITUCIONAIS DO DELEGADO CARLOS OLIVEIRA DESRESPEITADOS

DELEGADO CARLOS OLIVEIRA CONCLAMA A QUALQUER JURISTA DO PAÍS A VERIFICAR SE OS SEUS DIREITOS CONSTITUCIONAIS FORAM RESPEITADOS E SE OS REQUISITOS DA INTERPRETAÇÃO TELEFÔNICA FORAM OBEDECIDOS OU RESPEITADOS DURANTE A OPERAÇÃO GUILHOTINA..


Confira:
- Resultado das escutas telefônicas favoráveis ao Delegado



Confira:
- Delegado conclama a qualquer jurista do país a verificar se os seus Direitos constitucionais foram respeitados

sábado, 5 de março de 2011

CONSPIRAÇÃO DERRUBA EX-SUBCHEFE DA POLÍCIA CIVIL



DELEGADO CARLOS OLIVEIRA É PRESO APÓS INVESTIGAÇÃO EQUIVOCADA DA POLÍCIA FEDERAL

Numa Operação intitulada “Guilhotina” desencadeada pela Polícia Federal em 11 de fevereiro, operação esta anteriormente chamada de “Estado Negro”, foram presos vários Policiais Militares e Civis do Estado do Rio de Janeiro. Um dos detidos na operação foi o ex-Subchefe Operacional da Polícia Civil e ex titular da DRAE, Delegado Carlos Oliveira.

Dr. Oliveira, como é conhecido no meio policial foi denunciado por supostamente facilitar as atividades de um pequeno grupo de policiais, que segundo a investigação do DPF agiam em empreitadas delituosas com o intuito de adquirirem armas e outros “espólios de guerra”. Ainda segundo esta investigação e análise dos supostamente “eficientes” policiais federais responsáveis pela investigação, esse pequeno grupo de policiais executavam trabalhos policiais delituosos com a finalidade de “levantar” o nome do Delegado Carlos Oliveira, visando a sua projeção na mídia e conseqüentemente a sua colocação em algum órgão estratégico na cúpula da Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Sem contar a falta de provas contundentes sobre a participação efetiva do Delegado Carlos Oliveira nas supostas ações delituosas do grupo de policiais, alguns deles sobre o seu comando, tal análise, de que a ascensão profissional de Carlos Oliveira se deu somente com a ajuda de falsas ações policiais da DRAE é típico de quem visava única e exclusivamente a derrubada da reputação do Delegado, ignorando toda a sua trajetória profissional.

Uma breve história de Carlos Oliveira

Carlos Antonio Luiz de Oliveira nasceu em 30 de janeiro de 1966, na comunidade do Mandela, localizada ao lado da Favela de Manguinhos, na periferia da cidade do Rio, no estado do Rio de Janeiro. Oriundo de uma família modesta, ainda muito jovem, aos 20 anos de idade, casou-se, tornando-se pai de três filhos.

Vocacionado para a polícia, começou sua carreira na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, quando no ano de 1986 entra para aquela força de segurança na graduação de soldado. Em 1989, faz prova e passa para o cargo de Detetive da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Transformando o sonho da carreira em realidade, em 1999, presta mais um concurso e é aprovado para o cargo de delegado na Polícia Civil desse estado.

Delegado Carlos Oliveira especialista em armas

Vencidas as primeiras barreiras e já formado em Direito e pós-graduado em Direito Penal e Processual Penal, Carlos Oliveira, que, no nível médio de sua carreira, priorizou o trabalho de combate ao roubo e furto de cargas, passou a buscar se especializar no combate ao tráfico de armas de fogo, munições e explosivos, tornando-se, no ano de 2001, o fundador e primeiro titular da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE) do Estado do Rio Janeiro, primeira unidade no Brasil especializada na repressão ao tráfico ilegal de armamentos, onde permaneceu por oito anos, tendo suas investigações e procedimentos na especialidade, servido de inspiração e modelo para a criação de unidades policiais similares por todo o Brasil.

Dr. Oliveira representando o Brasil em evento da ONU com representantes da ATF (EUA)

Na busca incessante pelo aprimoramento profissional, participou de vários cursos no Brasil e no exterior. Torna-se palestrante e instrutor sobre o tema em diversos cursos de formação para policiais e correlatos, no Rio de Janeiro e por todo Brasil.

É impossível deixar de apontar o protagonismo de Carlos Oliveira em um momento histórico para a nossa sociedade no ano de 2005: a colaboração destacada e elogiada na Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar as organizações criminosas do tráfico de armas (CPI - TRÁFICO DE ARMAS).

Dr. Oliveira representando o Brasil em evento da ONU com representantes da ATF (EUA)

Com 23 anos na carreira, sendo que os últimos dez no cargo de delegado, já com o seu nome reconhecido, inclusive internacionalmente, pelo seu desempenho na repressão aos crimes perpetrados com armas de fogo, munições e explosivos, Carlos Oliveira, em dezembro de 2008, aceita novo desafio e passa a servir à disposição da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, integrando a equipe que criou a Secretaria Especial da Ordem Pública (SEOP), onde, como Subsecretário de Operações, desenvolveu as operações “choque de ordem”.

Dr. Oliveira instrutor em curso da SENASP no Rio de Janeiro

Entretanto, apaixonado pela polícia, em maio de 2009, após aceitar um convite para retornar aos quadros da polícia do estado, desliga-se da Subsecretaria de Operações, e assume a Subchefia Operacional da Polícia Civil, com vistas a preparar operacionalmente a polícia do Rio de Janeiro para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.


Dr. Oliveira instrutor em curso da SENASP no Rio de Janeiro


CURSOS E ESPECIALIZAÇÃO DE CARLOS OLIVEIRA:

- Curso de Uso da Força e Polícia Comunitária de Associação Internacional de Chefes de Polícia;

- Cursos de Explosivos e Munições – Segurança, Identificação e Manejo, realizado pela empresa Química Futura/Lorena – São Paulo;

- Seminário Internacional de Armas – Centro para a Paz, o Desarmamento e o Desenvolvimento da América latina e do Caribe (UN-LiREC) – Rio de Janeiro/Brasil (2004).

- Curso de “Técnicas de Investigação para instrutores: Comércio Legal e Trafico Ilícito de Armas de Fogo, suas Partes e Munições”, realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), Comissão Interamericana para o controle do Abuso de Drogas (CICAD), Organização dos Estados Americanos (OEA) e pela Organização Internacional da Polícia Criminal (INTERPOL), Ministro da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN);

- Intercâmbio profissional nos Estados Unidos da América, a convite do departamento de Estado americano, sobre os temas “Crime e Violência”, “Armas e Explosivos” e “Execução da Lei”;

- Cursos de “Pós-Investigação de Explosivos” e “Destruição Avançada de Materiais Explosivos”, ministrado pela agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, realizado na cidade de Bogotá – Colômbia, em Maio de 2007.

Participação em cursos, seminários e eventos nacionais e internacionais como instrutor, palestrante e participante, realizado no Brasil e no exterior sobre o tema “trafico de armas de fogo, munições e artefatos explosivos”.

-“Medalha Devotamento” e “Medalha de Honra” da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro;

-“Medalha Amigo da Marinha”, em reconhecimento aos serviços prestados á Marinha do Brasil;

-“Medalha do Pacificador”, pelos assinalados serviços prestados ao Exército Brasileiro;

- Diploma “Amigo da Força Aérea Brasileira” pelos relevantes serviços prestados a Força Aérea Brasileira;

-Medalha “Ordem do Mérito do Ministério Público Militar”, no grau de “distinção”. Pelos serviços meritórios prestados àquela instituição.


O COMBATE AO TRÁFICO DE ARMAS

Com o extenso currículo de especialização e dedicação, com reconhecimento internacional, Dr. Oliveira foi nos últimos anos o ícone de eficiência que a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro se orgulhava de ter em seus quadros. O tráfico de armas, que na verdade deveria ser a missão e responsabilidade da polícia federal, foi para o Dr. Oliveira o alicerce de sua trajetória de vitória. Jogando no ventilador muitos “buracos de minhoca” existentes em nossa fronteira do país.

Tony (o senhor das Armas)

Foram vários os traficantes de armas presos pela equipe da DRAE, enquanto Dr. Carlos Oliveira era titular da especializada. Muitos outros foram detidos também pela DRAE enquanto o Delegado era Subchefe Operacional da Polícia. Várias operações foram planejadas por ele, que culminaram com a prisão de traficantes de armas, entre eles Antônio Jorge de Carvalho, 40 anos, o Tony (o senhor das armas), Furacão e Cabeça, outros dois traficantes de armas, identificados como Ricardo dos Santos Silva (Tubarão) e Anderso Bonfim Alencar (Cabeça) presos na fronteira com o Paraguai em setembro de 2009. Com a prisão de Tubarão e Cabeça os Policiais da DRAE impediram a remessa de cerca de 90 fuzis que os traficantes haviam negociado a quadrilha do Jacarezinho e do Complexo do Alemão.

Tubarão e Cabeça (prisão impediu remessa de 90 fuzis ao RJ em 2009)


A equipe da DRAE tem um histórico de incansável combate ao narcotráfico e ao tráfico de armas.. e foi com esse histórico que a DRAE se tornou temida por quadrilhas de traficantes de todo o Rio de Janeiro... Escutas telefônicas flagraram em meados de 2010 traficantes de drogas falando sobre uma possível operação da Polícia Civil em determinada comunidade da região metropolitana do Rio. Na gravação o traficante fala que a operação daria início.. e que se fosse o pessoal da DRAE seria uma f... pois com o pessoal deles não teria “arrego”..

Armas recuperadas pela DRAE em 2007 no Alemão após confronto

A DRAE sob a direção do Delegado Carlos Oliveira chefiou as primeiras operações no Complexo do Alemão em 2007 e 2008, onde aconteceram combates inesquecíveis entre os policiais e centenas de traficantes, que ali viviam a décadas.. ali realmente aconteceu uma grande operação policial e não a grande encenação da Operação de novembro de 2010, quando centenas de traficantes foram estranhamente autorizados a deixar o complexo do Alemão em nome da “Paz”. Muitas outras operações “verdadeiramente policiais” foram planejadas e operacionalizadas pelo Dr. Oliveira, quando na Subchefia da Polícia Civil. Como a Operação no Parque União em maio de 2010, que terminou com a morte de cinco traficantes, entre eles o Pitoco, que seria responsável pela morte de um fotógrafo do Jornal O Dia na Avenida Brasil naquele ano e de vários delitos inclusive o sequestro de um morador da Ilha do Governador. A operação teve inicio nas primeiras horas da madrugada no final de um baile funk no interior da favela. O Delegado Carlos Oliveira chefiou a operação pessoalmente e esteve a frente dos policiais desde a madrugada. Pegando todos os traficantes desprevenidos e despreparados. Carlos Oliveira é o típico Guerreiro que combate homem a homem dentro das favelas, caçando um a um os verdadeiros inimigos do Estado.. e isso incomoda muita gente.

Pitoco, morto pela DRAE em operação no Parque União em maio de 2010

Carlos Oliveira também foi responsável pelo planejamento e operacionalização da Operação Têmis, que em 2009 levou a prisão de centenas de pessoas entre elas Policiais Civis e Militares. A operação Têmis desarticulou na época duas quadrilhas de milicianos que disputavam o domínio de uma área da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Entre os presos figuravam na época diversos cabeças da quadrilha, como Ricardo Teixeira Cruz, o Batman, Chico bala, Popeye e muitos outros procurados pela polícia.

Os Policiais da DRAE sempre estiveram a frente de importantes investigações contra o tráfico de drogas e armas no Rio de Janeiro. Sendo responsáveis pela recuperação de centenas de armas das mãos dos traficantes. Armas roubadas das Forças armadas estão entre as diversas recuperadas pela Delegacia sob o comando do Delegado Carlos Oliveira, que em conjunto com o Serviço de Inteligência das diversas Forças (Marinha, Exército e Aeronáutica) fizeram vários trabalhos juntos com a finalidade de tirar das ruas do RJ essas armas.

Armas do Exército repcuperadas pela DRAE

Estranhamente esta mesma equipe de excelentes policiais da DRAE que em muito engrandeceram o nome da Polícia Civil do Estado do Rio foi covardemente bombardeada nos últimos meses por dezenas de disque denúncias e boatos de todos os tipos. Era notório que a DRAE incomodava muita gente desonesta no Estado do Rio. E essas forças estranhas não estavam sozinhas. Juntaram tudo com a ineficiência da polícia federal, que nem investigar sabe e chegaram a conclusão de que o Delegado Oliveira era o chefe de uma quadrilha dentro da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. e numa espalhafatosa e midiática operação policial prenderam o então Subchefe Operacional da Secretaria de Ordem Pública, Delegado Carlos Oliveira. A prisão do Delegado agradou a uma pequena parcela de pessoas realmentente comprometidas com uma grande sacanagem nos bastidores da Segurança Pública do estado. Que viu nas evidências de alguns policiais envolvidos com o crime, que já tiveram algum tipo de relacionamento com o Delegado, uma forma de derrubá-lo e tirar das ruas toda a equipe de policiais chefiadas por ele.

A verdade triunfará para o desespero de muitos inimigos e o Delegado Carlos Oliveira voltará a mostrar a todos como se faz a verdadeira polícia no Estado do Rio de Janeiro.

terça-feira, 14 de julho de 2009

POLICIA CIVIL PRENDE ARMEIRO DO PAVÃO-PAVÃOZINHO


Policiais de diversas especializadas, DRAE, DCOD e CORE prederam diversas pessoas hoje na Favela do Pavão-Pavãozinho, na Zona Sul do Rio. Entre os detidos está Red Bull, que seria armeiro do tráfico no local.


Na operação foi estourado um paiol do tráfico, onde foram apreendidas diversas armas, Como uma Metralhadora Madsen, cinco submetralhadoras, uma espingarda calibre 12, cerca de 9 pistolas, muitos esplosivos e materiais para manutenção de armas. Além de grande quantidade de drogas.














DRAE PRENDE O SENHOR DAS ARMAS


Rio - Nas duas últimas décadas, Antônio Jorge de Carvalho, 40 anos, se perpetuou como o responsável pelas bocas de fumo de boa parte das favelas de Niterói. Mas as 20 comunidades que controla não renderam tanto quanto passou a ganhar com a mudança de ramo. Desde que deixou a cadeia, há cinco anos, Tony, ou Baixo, como é conhecido, passou a investir no tráfico de armas e tornou-se o principal fornecedor de 60% das favelas do Rio, todas controladas pela facção Comando Vermelho.


Na tarde de domingo, o ‘Senhor das Armas’ foi preso num shopping da cidade de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, por agentes da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), e desembarcou no Galeão na madrugada de quarta-feira, sob forte escolta.Como medida de proteção, Tony montou bases em cidades do interior de Minas e Goiás e não tinha endereço fixo. Era de Uberlândia que ele seguia para cidades como Ponta-Porã, próximo à fronteira paraguaia, e Corumbá, quase na Bolívia, onde estavam seus principais abastecedores. Contra ele havia dois mandados de prisão, um por tráfico internacional de drogas, e outro da 77ª DP (Icaraí), por homicídio.

Um dos principais homens do esquema é Eduardo Herculano, o Avião da Mineira, um dos principais traficantes do Morro da Mangueira. Outro é conhecido pelo apelido de Pará: os dois negociavam e recebiam o dinheiro das vendas para Tony.


Cadeia para o Senhor das Armas


Por meio do esquema de Tony, cerca de 500 novas armas chegavam anualmente às mãos de traficantes cariocas. Desde 2007, quando começou a investigação, cresceu o número de armas apreendidas oriundas da Bolívia e do Paraguai.


O Subchefe Operacional da PCERJ, Drº Carlos Oliveira e a atual delegada da DRAE, Drª Marcia Becker



Só no ano passado, 12 metralhadoras antiaéreas do Exército boliviano foram encontradas no Rio. “Verificamos a procedência dessas armas e começamos o trabalho”, afirmou o delegado Carlos Antônio Oliveira, subchefe operacional da Polícia Civil.

A metralhadora ponto 30, antiaérea, era uma das especialidades de Tony. Na Bolívia, ele comprava a US$ 10 mil e a revendia a R$ 60 mil no Rio. O bandido também negociava munição, pistolas, metralhadoras e fuzis. “Só em junho ele negociou 39 fuzis com traficantes do Rio, em especial dos Complexos da Penha e do Alemão”, disse a coordenadora da investigação, delegada Márcia Beck, titular da Drae.



Drº Carlos Oliveira mostrando a nova rota do tráfico de armas

A prisão do bandido foi mantida em sigilo para que se desse sequência à investigação. Segunda-feira, a Drae fez incursão no Morro do Beltrão, em Niterói, e encontrou um dos artefatos enviados por Tony para ser revendido aqui: um míssil antitanque, de fabricação argentina, capaz de furar o blindado usado pela polícia carioca.

Na ação, um casal foi preso. Paulo Roberto Aquino Maciel Júnior, o Juninho, 25, e Tatiana de Azevedo Maciel tinham prisão decretada. Ele era gerente de uma das favelas, enquanto ela depositava o dinheiro do tráfico de drogas em diversas contas bancárias de Tony.


Fonte: Jorna O Dia - 10 Jul 09

Por Leslie leitão, RJ

quinta-feira, 7 de maio de 2009

DRAE APREENDE ARMAS E MUNIÇÕES NA VILA VINTÉM




Rio - Aproximadamente 40 mil papelotes de cocaína, um fuzil e uma pistola foram apreendidos pela polícia civil durante operação na favela Vila Vintém, em Padre Miguel, na manhã desta terça-feira. Um bandido foi morto na troca de tiros e outros dois foram presos, além de cinco detidos, que foram levados para averiguação na delegacia.


O objetivo era encontrar depósito de armas na comunidade e um traficante conhecido como Palhaço. Mas apenas máquinas caça-níqueis e as armas foram apreendidos, entre elas uma espada.



Cerca de 100 policiais de pelo menos três delegacias especializadas fizeram uma operação na comunidade com apoio de um helicóptero e de carros blindados. Na chegada dos policiais houve troca de tiros. O comércio e as escolas paralisaram suas atividades mas já funcionam normalmente.A operação aconteceu depois de casos sucessivos de violência na comunidade da Zona Oeste. Recentemente um carro do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais foi atacado na Avenida Brasil na altura de Realengo. No dia 30 de abril uma menina de três anos foi baleada durante uma operação da polícia militar.


Fonte: Jornal O Dia
06 Mai 09

domingo, 3 de maio de 2009

MARCIA BECK É A NOVA TITULAR DA DRAE


‘Sim, eu gosto de atirar’

Nova delegada da Drae, Márcia Beck quer aprimorar investigações e rastrear a origem do armamento


Rio - Primeira mulher a comandar a Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), unidade operacional presente em quase todas as grandes operações da Polícia Civil, a delegada Márcia Beck será, a partir de amanhã, ‘a voz da ternura’ à frente dos 80 homens da especializada. Mas promete surpreender quem imagina que, por trás de seu jeito sereno, não há disposição para endurecer. “Sim, eu gosto de atirar”, responde, quando perguntada sobre sua relação com as armas de fogo.
Jovem — tem 35 anos —, loura, falante, vaidosa, Márcia coleciona experiências ao longo de oito anos na Polícia Civil. Dividir-se entre a Drae, a filha de cinco anos e o marido não será tarefa fácil. “A essência da Drae são as operações diárias e de grande porte, para buscar o armamento que está nas mãos de criminosos. E, claro, a prisão dessas pessoas, estejam onde estiverem. Isso não vai mudar”, garante.
Mas alguns detalhes das apreensões, como o rastreamento das armas, vão ganhar força. Além de não fugir dos tiros — inevitáveis em uma unidade que combate justamente quadrilhas que atuam com armamento pesado e fartura de munição —, Márcia Beck quer intensificar as investigações, que são a base para obter resultado nas ações da especializada.
A rotina de dona de casa não vai impedi-la de acompanhar na rua as ações de sua nova equipe. “As tarefas administrativas, de planejamento e de investigação, serão muitas, com certeza. Mas estarei presente, e armada em todas as operações em que a minha presença for necessária, e também naquelas em que perceber que devo acompanhar”, avisa.
A escolha de Márcia Beck para titular da Drae não se deveu apenas pelos critérios de experiência, competência e desempenho reconhecido em suas áreas de atuação dentro da instituição.
Ela é uma das dez mulheres escolhidas pelo chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski, para ocupar postos estratégicos na instituição e promover uma mudança de cultura. Antes, os cargos principais, tanto na inteligência quanto na área operacional, costumavam ser entregues aos homens.
A Drae coleciona, entre tantas polêmicas, participação na maior operação realizada em uma favela do Rio: em junho de 2007, 19 pessoas morreram no Complexo do Alemão. Segundo a polícia, todos eram traficantes.
‘O perigo faz parte da rotina’
Márcia Beck diz que sempre trabalhou em delegacias onde os homens são a maioria: “Meu marido, minha mãe e até minha filha já estão acostumados. Fui delegada adjunta em distritais, na Polinter e na Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), que também é muito operacional.
Em qualquer delegacia o número de homens é sempre maior. Minha mãe perguntou se não era perigoso. Disse a ela que o perigo faz parte da rotina de qualquer policial, independentemente do posto, e que não pretendo abrir mão da minha”.
“Podemos saber que caminho a arma fez até chegar aqui”“O rastreamento dos fuzis, pistolas e metralhadoras apreendidas em operações, que conservam a numeração de origem, é uma técnica de investigação importante no combate ao tráfico de armas. Pode nos indicar toda a trajetória do armamento.
Com esse levantamento, nós podemos saber que caminho a arma fez até chegar aqui, em que ponto foi desviada para a ilegalidade e nas mãos de quem ela foi parar. Ou seja, a identificação da organização criminosa que abastece a favela em que a arma foi localizada.”MÁRCIA BECK delegada, 35 anos

Fonte: O Dia

POR MÁRCIA BRASIL, RIO DE JANEIRO

sábado, 25 de abril de 2009

DELEGADO CARLOS OLIVEIRA EX TITULAR DA DRAE ASSUME SUBCHEFIA DA POLÍCIA CIVIL

Será empossado na próxima segunda-feira (27 Abr 09), na ACADEPOL - Academia de Polícia Civil, o novo Subchefe da PCERJ, Delegado Carlos Oliveira, que dividirá a Subchefia com o Delegado Rodolfo Waldeck, atualmente titular da 6ªDP. Dr. Waldeck ficará responsável pela parte administrativa da Subchefia, enquanto o Delegado Carlos Oliveira responderá pela parte operacional e ficará encarregado de pela integração com a secretaria de Segurança Pública para planejar grandes eventos como o carnaval, a Copa do Mundo de 2014 e montar o esquema de segurança para as Olimpíadas.
Carlos Antonio Luiz de Oliveira foi titular da DRAE desde a sua fundação em 2001, ficou fora da especializada por alguns momentos, retornando posteriormente até ser convidado no final de 2008 para a Seop - Secretaria Especial da Ordem Pública, onde exerceu até então a função de Subsecretario Operacional. Tendo sido convidado pelo atual Chefe de Polícia Civil, Drº Allan Turnowski para dividir com o Delegado Waldeck a Subchefia de polícia.
Dentre os cursos e palestras realizados pelo Delegado Carlos Oliveira, pode-se destacar:
- Cursos de Explosivos e Munições – Segurança, Identificação e Manejo, realizado pela empresa Química Futura/Lorena – São Paulo;
- Curso de “Técnicas de Investigação para instrutores: Comércio Legal e Trafico Ilícito de Armas de Fogo, suas Partes e Munições”, realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), Comissão Interamericana para o controle do Abuso de Drogas (CICAD), Organização dos Estados Americanos (OEA) e pela Organização Internacional da Polícia Criminal (INTERPOL), Ministro da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN);
- Intercâmbio profissional nos Estados Unidos da América, a convite do departamento de Estado americano, sobre os temas “Crime e Violência”, “Armas e Explosivos” e “Execução da Lei”;
- Cursos de “Pós-Investigação de Explosivos” e “Destruição Avançada de Materiais Explosivos”, ministrado pela agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, realizado na cidade de Bogotá – Colômbia, em Maio de 2007.
Participação em cursos, seminários e eventos nacionais e internacionais como instrutor, palestrante e participante, realizado no Brasil e no exterior sobre o tema “trafico de armas de fogo, munições e artefatos explosivos”.Tais como: TREINAR I, II, III, IV e CAMERJ.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

DRAE APREENDE FUZIL EM TOMÁS COELHO

05 Nov 08

Alessandro da Silva Santos, de 29 anos, foi preso, na tarde desta quarta-feira, por policiais civis da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE), em uma casa, em um dos acessos ao Morro da Pedreira, em Tomás Coelho. Segundo os policiais, eles chegaram até o local após receberem denúncia anônima. Segundo os policiais, com Alessandro foram apreendidos um fuzil calibre 7.62 e quantidade de cocaína e crack.

Fonte:
EXTRA

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

DRAE PRENDE LEO VASCÃO DA VILA ALIANÇA



20 set 08
Agentes da DRAE prenderam Leo Vascão, segundo homem na hierarquia do tráfico da Vila Aliança.

A presença das tropas do Exército nas favelas da Zona Oeste para a Operação Guanabara, que combate currais eleitorais dominados por traficantes e milicianos, fez com que um dos chefes das bocas-de-fumo da Favela Vila Aliança, em Bangu, procurasse um abrigo longe dali. Mais precisamente no distrito de Coroa Grande, em Itaguaí. Foi na modesta casa 27, lote 7 da quadra 23, que agentes da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae) capturaram o sanguinário Leonardo Fragoso da Silva, o Léo Vascão, 26 anos.

Braço-direito do chefão do tráfico na favela, Márcio da Silva Lima, o Tola — que ironicamente é fanático pelo Flamengo —, Vascão era o responsável pelo controle do armamento e das drogas da quadrilha. “É um homem perigoso, violento, que tem prazer em dizer aos outros que matou alguém”, diz o delegado da DRAE, Carlos Antônio Oliveira.



Sua equipe já havia tentado prender Léo Vascão em abril em operação na Vila Aliança e na Coréia, também dominada pela facção Terceiro Comando Puro (TCP), que deixou 11 bandidos mortos. Na ocasião, a DRAE apreendeu 500 cápsulas de fuzil, carregadores e uma lista de armas que mostrava a organização da quadrilha.

A anotação mostrou que o bandido controlava com quem estava cada arma do bando. A folha apreendida na casa do traficante dava uma noção do poderio bélico do grupo: numa lista havia seis fuzis 7.62, dois AR-15, além de escopetas, pistolas e metralhadoras.

A polícia também apreendeu fotos de Léo e outros bandidos segurando vários fuzis e pistolas, exibindo-se próximo ao campo de futebol da favela. Recentemente, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) tentou capturá-lo, mas Vascão fugiu. Mais fotos foram apreendidas. Desta vez, além de imagens de um jogo do Vasco que o bandido levou o filho e um amigo ao Maracanã, Tola também aparece com a camisa do Flamengo e um gigantesco cordão de ouro.

Fonte: O Dia

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

DRAE PARTICIPA DE CURSO DE CAPACITAÇÃO DE POLICIAIS PARA O COMBATE AO TRÁFICO DE ARMAS

A Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) do Ministério da Justiça (MJ) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro (SSINTE/SESEG) e o Centro Regional das Nações Unidas para a Paz, o Desarmamento e o Desenvolvimento na América Latina e Caribe (UN-LiREC) promovem os cursos TREINAR (TREINAMENTO NO COMÉRCIO LEGAL E NO COMBATE AO TRÁFICO DE ARMAS DE FOGO, MUNIÇÕES E EXPLOSIVOS), que teve sua 4ª edição (IV TREINAR) ocorrido entre os dia 16 e 27 de junho de 2008.


O curso, que já ocorreu em vários estados, visa capacitar profissionais das forças de ordem e segurança, para atuarem no controle e fiscalização do comércio legal, bem como no combate ao tráfico de armas de fogo, munições e explosivos, objetivando a padronização de procedimentos e ações, bem como o fortalecimento da rede de inteligência nos Estados da federação e teve em sua última edição, representantes de 26 estados em conjunto com os demais alunos das forças de segurança pública do Rio de Janeiro, PMERJ, PCERJ e GM.



A participação da DRAE se faz na difusão de conhecimentos visando a padronização na identificação das armas de fogo apreendidas pelas polícias, o que de sobremaneira simplifica o trabalho de rastreamento destas armas junto aos órgãos nacionais e internacionais: INFOSEG, SIGMA, INTERPOL, ATF e outros.


Ministradas pelo titular da DRAE, o Delegado Carlos Oliveira, as aulas de identificação de armamento são uns dos pontos mais importantes dos Cursos TREINAR. Onde o aluno coloca em prática todo o enssinamento adquirido no decorrer do curso.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

DRAE ESTÁ DE LUTO


A Policia Civil e a Policia Militar estão de luto mais uma vez com a morte de mais um de nossos herois. Luis Cláudio Melo, soldado da PMERJ que participava da operação no complexo do alemão foi morto ontem quando apoiava equipe da DRFA que encontrava-se encurralada por bandidos no alto do morro. Luis Cláudio foi abatido com um tiro que trasfixou pelas costas o colete balistico que usava durante o confronto.



Centenas de policiais Civis e Militares prestaram sua última homenagem a esse heroi, que provou ser um verdadeiro policial, independentemente de sua lotação, seja ela DGP, GEPE, PMERJ ou PCERJ... Ser um verdadeiro policial está acima de qualquer sigla. A coisa está no sangue e nem todos conseguem entender...



Sua missão foi cumprida!!!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

DRAE apreende cerca de duas toneladas de maconha no Jacarezinho


05 set 08
Rio - Cerca de 100 policiais de diversas delegacias especializadas (DRAE, DCOD e outras) apreenderam na manhã desta sexta-feira aproximadamente duas toneladas de maconha na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte da cidade.

Segundo o delegado Marcos Vinicius, a polícia recebeu uma informação de que grande carrega chegaria para abastecer morros das Zonas Sul e Norte. Três supostos traficantes foram presos e foi apreendida ainda munição de metralhadora ponto 30. Desde o início do ano já são doze armas deste tipo apreendidas.

Durante a incurssão houve explosão de granada e tiros para o alto, mas ninguém ficou ferido. A ação teria como objetivo encontrar suspeitos de seqüestrar um funcionário da embaixada do Vietnã e três chineses na Estrada das Paineiras no mês passado.

Fonte: O Dia

terça-feira, 12 de agosto de 2008

DRAE prende chefe do tráfico em Belford Roxo














Policiais da Delegacia de Repressão às Armas e Explosivos (Drae) prenderam o traficante Danilo Alves da Silva Junior, de 28 anos, conhecido como Paulista. Segundo os policiais, com ele foram encontradas 13 pedras de crack, 467 trouxinhas de maconha e uma pistola calibre 765. Investigações mostram que Paulista estava chefiando o tráfico de drogas na Favela Vilas Nova, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
Fonte: extra.globo.com - 12 ago 08